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Nova lei para os Motoboys – vai funcionar?

Alguns motoboys concordam com as mudanças e acreditam que agora as pessoas na rua e trânsito vão olhar eles com mais respeito e não como uma marginal. Alguns acreditam que o trabalho deles será bem valorizado.

Algumas da mudanças que esses motoboys já fizeram: instalação de faixas no capacete, jaqueta, baú e motocicleta, protetor para as pernas e antena para evitar linha com cerol de pipas. A placa deve ser vermelha.

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Os motoboys  tem até a semana que vem para se adequar à nova lei de motofrete. A fiscalização já foi adiada, mas ainda assim a procura pela regularização é pequena. O sindicato que reúne parte da categoria calcula que cada profissional gastara a média de R$850,00 fazendo todas as mudanças necessárias na moto ( cursos, novos documetos e acessórios).

Alguns motoboys concordam com as mudanças e acreditam que agora as pessoas na rua e trânsito vão olhar eles com mais respeito e não como uma marginal. Alguns acreditam que o trabalho deles será bem valorizado.

Algumas da mudanças que esses motoboys já fizeram: instalação de faixas no capacete, jaqueta, baú e motocicleta, protetor para as pernas e antena para evitar linha com cerol de pipas. A placa deve ser vermelha.

O sindicato que reúne parte da categoria diz que é a favor da regulamentação, mas o presidente da entidade calcula que cada motoboy deve gastar cerca de R$ 850 com as mudanças na moto, o curso e a confecção dos novos documentos. A média que um motoboy ganha por mês é de R$ 1,5 mil na capital, para ele gastar esse valor é salgado”, diz Gilberto Almeida, presidente do Sindicato dos Motoboys de São Paulo.

Não adianta comprar os equipamentos se a cidade não reconhecer a profissão de motofrete. De acordo com o Detran, dos 645 municípios do estado de São Paulo, apenas 13 já regulamentaram a profissão.

Em agosto do ano passado, em São Paulo, os motoboys chegaram a fazer protestos contra as novas regras. Um dos sindicatos dos motoboys estima que seriam 500 mil trabalhadores no estado de São Paulo. Até agora, apenas 32 mil fizeram o curso de capacitação.

O Departamento Nacional de Trânsito, Denatran, disse que não há previsão de um novo adiamento na fiscalização da lei.

Agora esperar e conferir se toda essa regulamentação ajudará na segurança dos profissionais e claro, dos pedestres e outros motoristas que não conseguem diferenciar o motoboy profissional dos motoqueiros fora da lei.

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