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Testei a Cavalletta C12: pequena no tamanho, grande na atenção que chama pelas ruas

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Pequena notável

“Ela é pequena, mas…” Foi exatamente isso que pensei durante meu test ride com a Cavalletta C12.

A proposta da C12 é clara: ser uma opção prática para os deslocamentos urbanos, mas sem abrir mão de estilo. E, olhando para ela de perto, é difícil não reparar no visual retrô.

O mais curioso foi perceber isso na prática.

Durante o teste, algumas pessoas me pararam para perguntar que moto era aquela. Queriam saber se era elétrica, quanto andava, onde encontrava… A C12 definitivamente não passa despercebida.

Mas a verdade é que ela não é só bonita.

Fácil de pilotar — e muito gostosa nas curvas

Uma das primeiras coisas que percebi assim que comecei a pilotar foi a facilidade de condução.

A direção é ágil, os freios a disco respondem bem e ela é bastante “na mão” para fazer curvas. Para quem está pensando em usar um veículo desse tipo no trânsito urbano, essa sensação de leveza faz bastante diferença.

Outro ponto que me surpreendeu foi o conforto.

A suspensão hidráulica trabalha bem e ajuda a deixar a experiência mais agradável, principalmente naquele cenário que todo mundo conhece: as ruas da cidade, com buracos, irregularidades e mudanças constantes de piso.

Pequena, mas pronta para o trânsito urbano

A C12 tem motor com potência máxima de 1.000 watts e velocidade máxima declarada de 32 km/h.

Isso deixa bem clara a proposta dela: não é uma moto pensada para longas viagens ou para buscar altas velocidades. É um veículo para deslocamentos urbanos e trajetos mais curtos.

E justamente por ser compacta e ágil, durante o teste achei que ela se encaixa muito bem naquele vai e volta do dia a dia — inclusive para encarar o trânsito mais carregado.

Mas aqui entra uma observação importante: agilidade não significa liberdade para fazer qualquer coisa no trânsito.

Mesmo com um veículo pequeno, é preciso respeitar as regras de circulação, parar no sinal vermelho, respeitar a faixa de pedestres e não andar na contramão ou fazer manobras que coloquem outras pessoas em risco.

A gente vê alguns comportamentos absurdos nas ruas por aí, e definitivamente não é porque o veículo é pequeno que vale tudo.

Bateria removível: um detalhe que faz diferença

A C12 utiliza uma bateria de lítio de 60 volts e 20 AH, que é removível.

E eu gosto bastante desse tipo de solução em veículos urbanos porque facilita a rotina de quem não tem uma tomada disponível exatamente onde estaciona.

A autonomia máxima anunciada pela marca chega a 75 quilômetros.

Mas aquele asterisco clássico das autonomias continua valendo: na vida real, o resultado pode variar bastante de acordo com peso, terreno, velocidade, estilo de condução e outras condições de uso.

Ou seja, não dá para olhar para os 75 km como uma promessa de que você necessariamente vai percorrer essa distância em qualquer situação.

E dá para levar garupa?

Dá, sim.

A capacidade máxima de carga informada é de 150 kg, o que permite pensar na C12 também para deslocamentos com garupa, respeitando, naturalmente, o limite de carga e as condições de segurança.

E falando em praticidade…

Espaço para carregar as coisas

Esse foi outro detalhe que gostei bastante.

Porque na vida real não é só a gente que precisa caber no veículo. Tem mochila, sacola, compra de mercado, capacete e aquela infinidade de coisas que aparecem no meio do caminho.

A C12 conta com espaço para objetos na parte dianteira e gancho para ajudar a acomodar pequenas cargas. Também existe a opção de baú traseiro, que amplia ainda mais essa capacidade.

É aquele tipo de recurso que talvez não impressione tanto em uma ficha técnica, mas que faz diferença quando você começa a usar o veículo todos os dias.

E tem tecnologia também

Outro detalhe que achei interessante é o sistema de acionamento por cartão NFC.

É uma tecnologia simples, mas que deixa a experiência mais moderna e prática. Você aproxima o cartão e consegue ligar ou desligar o veículo.

São aquelas pequenas soluções que parecem bobas até você começar a usar.

Precisa de CNH?

Esse é um dos pontos que mais gera curiosidade.

Segundo as informações divulgadas pela Cavalletta, a C12 pode ser utilizada na rua sem necessidade de CNH, homologação ou emplacamento.

Como regras de circulação e enquadramento podem depender da legislação aplicável e de eventuais atualizações, vale sempre conferir as exigências vigentes antes de colocar o veículo para rodar — e, independentemente disso, capacete e respeito às regras de trânsito continuam sendo indispensáveis.

Afinal, eu usaria?

Depois de testar a Cavalletta C12, entendi melhor a proposta.

Ela não tenta ser uma moto para absolutamente tudo. E acho que justamente aí está o ponto.

É compacta, fácil de conduzir, tem um visual que chama atenção, oferece espaço para levar algumas coisas e foi pensada para facilitar os deslocamentos urbanos.

Para quem precisa se movimentar pela cidade, quer fugir de veículos maiores e procura uma alternativa elétrica com personalidade, a C12 definitivamente merece um test ride.

Eu testei.

ONDE ENCONTRAR?

Visite uma loja Cavalletta para conhecer e testar a C12 pessoalmente.

📍 R. Mal. Deodoro, 977 – Centro, São Bernardo do Campo – SP, 09710-011

📲 Contato de vendas: +55 11 96085-2190

@cavalletta_motor

#cavalletta #cavallettac12 #bicicletaelétrica

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