Quem anda de moto sabe: capacete não é simplesmente mais um item do equipamento. É um dos principais elementos de proteção do motociclista e, justamente por isso, escolher um modelo não deveria ser uma decisão baseada apenas em preço, aparência ou tendência.
Ao longo dos meus anos no motociclismo, aprendi que conforto, ajuste, construção, acabamento e, principalmente, confiança na marca fazem diferença não apenas em uma viagem longa, mas também naquele deslocamento rápido do dia a dia.
Um capacete de qualidade precisa estar adequado à cabeça, ficar firme sem causar desconforto excessivo e ser utilizado corretamente em todas as saídas. Afinal, não existe “trajeto pequeno” quando estamos falando de segurança.
Nem sempre o capacete mais caro é o mais adequado
Existe uma ideia de que basta investir muito dinheiro para ter o melhor capacete. Não é tão simples.
O mais importante é encontrar um equipamento de procedência confiável, com construção adequada, certificação exigida para comercialização no Brasil e que realmente se ajuste ao formato da sua cabeça e ao tipo de uso que você faz da moto.
Também é fundamental observar o estado do capacete. Quedas, impactos, desgaste, problemas no sistema de retenção, viseira danificada e envelhecimento dos materiais são motivos para avaliar a substituição do equipamento.
E tem um detalhe que muita gente esquece: capacete bonito não significa necessariamente capacete adequado.
Conforto também é segurança
Parece detalhe, mas não é.
Um capacete desconfortável pode fazer com que o motociclista tenha vontade de abrir a viseira em movimento, afrouxar a cinta, posicionar o equipamento de maneira incorreta ou até mesmo deixar de utilizá-lo em determinados momentos.
Por isso, experimentar o capacete antes da compra é tão importante.
Ele precisa ficar firme na cabeça, sem folgas excessivas, mas também não pode provocar pontos de pressão que tornem o uso insuportável.
Para quem viaja de moto, essa questão fica ainda mais evidente. São horas de uso contínuo, diferentes condições de clima, vento, chuva e mudanças de temperatura.
Minha nova parceria no motociclismo
É justamente por acreditar que segurança começa nas escolhas que fazemos antes de colocar a moto na rua que, a partir de agora, escolho a Bieffe como parceira.
A marca passa a fazer parte da minha jornada oferecendo capacetes que unem qualidade, acabamento, tecnologia e confiança — características que considero fundamentais para quem leva o motociclismo a sério.
Para mim, parceria vai muito além de colocar uma marca ao lado do meu nome. É poder conhecer, usar e apresentar produtos nos quais acredito para uma comunidade de motociclistas que me acompanha há tantos anos.
E quando o assunto é capacete, confiança não é um detalhe. É parte da escolha.
Antes de comprar, lembre-se
escolha uma marca e um produto de procedência confiável;
experimente o capacete e confira se o tamanho está correto;
certifique-se de que o sistema de retenção esteja bem ajustado;
verifique a certificação exigida para circulação no Brasil;
observe o estado da viseira e dos componentes;
não compre um capacete usado sem conhecer seu histórico;
depois de um impacto significativo, avalie a necessidade de substituição;
e, principalmente, nunca rode com o capacete desafivelado.
No motociclismo, a gente fala muito sobre potência, tecnologia, pneus, suspensão e acessórios. Tudo isso importa. Mas existe um equipamento que precisa estar presente em absolutamente toda saída: o capacete.
E se existe uma escolha que eu faço questão de fazer com responsabilidade, é essa.