Nos bastidores de quem cria conteúdo, existe um desafio constante que pouca gente vê: como transformar uma publicidade em algo real, relevante e, principalmente, verdadeiro?
Quem me acompanha sabe que meu trabalho vai muito além de eventos e lançamentos no setor automotivo. Existe também o compromisso com as marcas que escolho representar — e isso, pra mim, nunca foi sobre “apenas fazer uma publi”.
Recentemente, me propus a um ex ercício criativo que resume bem esse desafio. Usei uma moto clássica, a minha Honda CB 400 1983, como ponto de partida para contar uma história sobre cuidado. Porque, no fim, tudo se conecta.
Uma máquina como essa exige atenção constante, respeito ao tempo, manutenção cuidadosa. E foi exatamente essa analogia que trouxe para falar de autocuidado — de um jeito que faz sentido dentro da minha rotina. Pilotar, sentir o vento, e também desacelerar… isso já é, por si só, uma forma de me cuidar.
E foi nesse contexto que inseri, de forma natural, o uso do Neutrogena Retinol Boost e sem forçar narrativa, sem quebrar a autenticidade.
O grande aprendizado? Publis que funcionam não interrompem a história. Elas fazem parte dela.
Ao invés de um discurso engessado, optei por mostrar a experiência real: * A textura leve do produto * A absorção rápida * A evolução da pele ao longo das semanas (mais lisa, mais iluminada)
E, claro, traduzindo a ciência de forma acessível: Retinol puro, ácido hialurônico e complexo calmante. Que são ativos que trabalham na renovação da pele, suavizam linhas finas e ajudam na hidratação. Sem complicação. Sem excesso. Sem promessas irreais.
Porque hoje, mais do que nunca, as pessoas não querem só publicidade. Elas querem verdade, contexto e identificação. No fim, essa campanha reforçou algo que levo comigo há anos: integrar a marca à minha realidade.
E talvez o maior insight seja esse: Assim como uma moto clássica, cuidar de si não é sobre parar o tempo — é sobre acompanhar o tempo do jeito certo.