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Esporte e Ação

VIAGEM DE MOTO – EASY RIDER SULAMERICA 2 – PARTE 1

O primeiro dia do Easy Rider Sulamerica 2 começou ensolarado e quente, pelo menos na cidade de partida, Campinas (SP). Marcamos nossa saída para as sete e trinta da manhã e não saímos, eu mesmo cheguei no ponto de encontro as oito e dez já imaginando ouvir nomes impróprios dos dois outros participantes, o Wilson e o Daniel…

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Texto: Arnaldo Bianco Filho

Fotos: Arnaldo Bianco Filho e Wilson Felix da Silva

Dia 1 – Um bom dia para ficar na cama? …que nada o bom mesmo é pegar estrada

O primeiro dia do Easy Rider Sulamerica 2 começou ensolarado e quente, pelo menos na cidade de partida, Campinas (SP).  Marcamos nossa saída para as sete e trinta da manhã e não saímos, eu mesmo cheguei no ponto de encontro as oito e dez já imaginando ouvir nomes impróprios dos dois outros participantes, o Wilson e o Daniel, esse último chegou quase nove da manhã. Quando o relógio marcava nove e trinta demos partida nas motos e pegamos a estrada rumo ao Fin del Mundo, mas devido a uns problemas burocráticos tivemos que dar uma parada em São Paulo.

Como eu tinha que ir até o escritório da Honda pegar a autorização para sair do país com a NC 750X – nem sei se vou conseguir sair, mas isso é outra história – decidimos parar no inicio da rodovia Regis Bitencourt, assim os dois aventureiros poderiam relaxar enquanto eu ia até a Honda pegar o tal papel de liberação. Eram onze da manhã quando encostamos no posto de combustíveis na entrada de Embu das Artes, mensagem vai, mensagem vem o material derivado de celulose com o xamegão de alguém da Honda estava a minha disposição. Tudo isso levou pouco mais de três horas, tempo pequeno para quem vai ficar vinte dias montado na moto.

O objetivo era pernoitar em Blumenau, na verdade a ideia original era passar no escritório da Riffel, que disponibilizou as roupas de segurança, ainda no primeiro dia mas como eu tenho algumas dividas em vidas passadas – lembra, do dia ensolarado!! – virou um dia nublado e chuvoso assim que entramos no Rodoanel, e assim foi durante todo o percurso, e pra ajudar ainda fez frio, frio de quinze grau célsius parado, imagina com chuva a 100 km/h!! Em uma de nossas paradas para abastecimento – no posto Pelanda, onde deixamos nossa marca registrada –  tanto de gasolina como alimentício, várias pessoas comentaram conosco sobre a chuva e o tempo frio que não estava ideal para andar de moto.

Olha, se eu fosse uma pessoa ajuizada, coisa que não sou segundo minha mãe, eu teria ficado em casa, mas preferi pegar a moto e sair em direção ao Fim del Mundo com dois amigos e põe amigos nisso independente do clima e da estrada. E por falar em estrada, como vínhamos em um ritmo bom decidimos dormir em Joinville, na mesma pousada que paramos quando fomos para o Atacama. Porém para chegar na posada Grull Wall, tivemos que enfrentar a serra entre Curitiba e Joinville, e a coisa estava feia, transito intenso, caminhões brotando de tudo que é lugar, neblina e chuva é claro!!

Com tudo isso acontecendo acabamos nos distanciando um do outro, situação que começou a gerar preocupação, foi quando o Wilson me alcançou e fez sinal para encostarmos para esperar o Daniel, teve que ser via código universal de sinais já que as baterias de nossos intercomunicadores Motocom haviam miado, também já estavam ligados a quase dez horas. O único lugar que encontramos para encostar foi uma área de escape que é utilizada por caminhões que perdem o freio no final da serra, um imenso espaço cheio de seixos que fazem o caminhão afundar e perder velocidade, e não é que o Wilson quis testar essa extraordinária tecnologia e entrou com a GS dele no meio do seixo!! Conclusão, a moto parou e escorregou para o lado, nem neve é tão ruim de andar, o Wilson deu um salto Ninja da moto rolou no chão e levantou tão rápido que eu nem tive tempo de reagir, só sei que minha adrenalina foi a milhão.

Agora estávamos nós atolados em um lugar onde a qualquer momento poderia aparecer um caminhão desembestado, nesses momentos até uma GS 1200 fica leve! Graças aos nossos santos protetores foi apenas uma descarga rápida de emoção, afinal o primeiro dia de viagem é sempre monótono.

Hoje cobrimos 655 quilômetros, estamos dentro da média.

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Dia 2 –  Se está frio ou calor não importa, é preciso agradecer sempre!

O clima é um fenômeno da natureza que pode acabar com a perseverança de qualquer homem, porém se o seu objetivo é mais forte que a natureza não tem clima que te desanime

Bem, antes de começar a falar do dia de hoje é preciso fazer algumas considerações sobre o dia de ontem. A primeira é uma correção sobre o material usado na área de escape na serra de Joinville, não é seixo como eu mencionei, e sim pelotas de argila, essa informação vem do Daniel, como ele sabe se não estava na hora do ocorrido com o Wilson? Achamos uma pelota presa entre os raios da GS do Wilson. A segunda consideração é que após enfrentarmos alguns problemas no Easy Rider Atacama, prometemos não rodar mais a noite. Comentei isso com o Wilson hoje, demos risadas e trocamos de assunto.

Como chegamos acabados ontem na pousada Grun Wald, fomos tomar um chopp para comemorar o início do projeto e depois fomos nos acomodar, após tudo jogado no quarto fui escrever o relato do dia, exatamente a uma e trinta da manhã eu estava enviando o texto para ser publicado no site. Combinamos acordar as quinze para seis para arrumar as coisas e sair em direção a Blumenau para visitar o escritório da Riffel e agradecer o apoio dado e bater umas chapas para comprovar nossa passagem por lá.

Acordamos na hora determinada, porém ao chegarmos no café da manhã fomos obrigados a adiar nossa saída, afinal após viajar 655 quilômetros tomar chuva e passar frio, era mais que justo aproveitarmos ao máximo o café colonial servido na pousada. Após estarmos devidamente alimentados, eu estava dispensando o almoço, pegamos as motos e como de praxe tiramos fotos da nossa saída – me pareceu até um Djà vu – pois a cena era a mesma de quase dois anos atrás.

Saímos de Joinville e pegamos a rotatória em sentido Jaraguá do Sul e depois para Blumenau, se já estávamos atrasados, o transito local que usa a BR – como eles chamam a rodovia federal – como avenida, nos fez perder mais tempo ainda. Chegamos em Blumenau por volta de dez e trinta, quinze minutos depois estávamos conhecendo a empresa. Em nome do Wilson e do Daniel, que até ganhou uma luva muito fashion, quero agradecer o André e toda equipe pela recepção dos aventureiros.

Assim que acabamos nosso tour, fomos pegar as motos no estacionamento em frente e coma acontece na maioria das paradas, sempre vem a pergunta, de onde vocês vem? Para onde vão?  Que caminho vão fazer? E enquanto o Wilson olhava o mapa no celular, aparece o dono do estacionamento com um quadro na mão, ele trouxe o mapa de Santa Catarina para orientar a gente – eu tenho fotos disso!! Caminho traçado hora de cair na estrada e tentar chegar o mais perto possível de Uruguaiana, nossa porta de saída do Brasil, lá vamos fazer o seguro carta verde e trocar real por pesos – literalmente pesos, já que é preciso “mijones “ de pesos para dar um real.

Antes de cruzar a fronteira de estado rodamos umas boas horas nas estradas catarinenses, estradas que estão bem ruins por sinal, não sei se devido a chuva que não dá trégua ou pela má conservação, ou os dois. Em um certo trecho da estrada, não me pergunte qual, a pista foi aberta de fora a fora com um vão de cinco a seis metros, o melhor sem sinalização nenhuma e com um desnível de cratera lunar. Pergunta se não passamos lotados? A GS do Wilson e do Daniel conseguem absorver bem a irregularidade, agora a NC 750 saiu do chão, eu já estava tendo um novo Djà vu de rodas tortas e pneus murchos. Ainda bem que passou e nada aconteceu, passou nada, uns quilômetros para frente e um outro remendo, mas dessa vez eu consegui frear e ficar em pé na pedaleira aliviando a pancada, mesmo assim tive que reduzir para ver se nada tinha ficado pelo caminho.

Acho que nossa cota de sustos e situações complicadas estava acabada por hoje, mero engano. Olha eu vou falar o que aconteceu, mas você tem que prometer que não vai contar para minha esposa ou ela não deixa mais eu fazer os projetos Easy Rider, ok? Primeiro vou explicar uma coisa, os anos de pilotagem e viagem de moto me ensinaram muito, e os cursos também. Quando se sai em dupla ou em turma para uma viagem de moto, não se pode andar nem colado, nem muito distante a ponto de sair da área de visão do companheiro e também nunca se deve andar na mesma linha da moto da frente, isso porque se o motociclista da frente frear de repente ou fizer uma mudança brusca de trajetória você pode bater na traseira ou ficar de frente para um buraco ou coisa pior. Mas hoje como a estrada de mão simples estava cheia principalmente no sentido  contrário, eu resolvi seguir a linha do Wilson, não sei se por pura intuição ou o condicionamento pelo milhares de quilômetros rodados, isso fez com que eu esteja aqui escrevendo esse texto agora.

Estávamos nos dirigindo para a fronteira dos estados quando em uma curva um Palio invadiu a pista que nós estávamos, isso porque no asfalto tem tachões – sinalizadores de solo – exatamente para evitar esse tipo de barbeiragem ou ultrapassagens indevidas. Assim que vimos o carro passar para o nosso  lado da pista fizemos da curva uma reta, levantamos as motos e literalmente subimos nos freios deixando o maior espaço possível  para o infeliz e desatento motorista corrigir a trajetória do carro. Mais uma vez graças aos nossos santos protetores que com certeza são motociclistas foi só um susto, somos agradecidos a eles.

Tirando esses pequenos incidentes o dia transcorreu bem o que mais nos cansou foram as mudanças bruscas de temperatura, chegamos a pegar dez graus em Santa Catariana durante o dia e quase trinta em terras gaúchas. Mesmo assim conseguimos percorrer 571 quilômetros hoje, amanhã temos que conseguir 650 para entrar no ritmo. Até amanhã.

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Dia 3 – Todo motociclista tem que ser consciente e ser forasteiro

Andar de moto pode ser um ato de rebeldia ou independência, mas também de pró-atividade e respeito ao próximo.

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Relembrando o dia anterior, chegamos a noite em Passo Fundo e acertamos o horário de saída para o dia seguinte, as seis e quarenta e cinco –  como se fossemos levantar nesse horário – e conversamos como seria a estratégia do dia, após isso iniciei a transcrição do texto para o papel virtual. Como o dia tinha sido “tranquilo” escrevi pouco e acabou rápido, por volta das vinte para uma da manhã. Então não me critiquem pelos erros, estou quase um Zumbi.

Como já disse essa viagem está cheia de Djà vu, Carmas e pecados de vidas passadas, e uma delas é a chuva. Choveu a noite inteira em Passo Fundo, foi garoa, chuva fraca e chuva forte, como eu sei? Ouvi todas elas enquanto os pernilongos me picavam, na verdade foi um banquete para eles, não é sempre que se tem no mesmo quarto três forasteiros com sangue de cidade grande.

A chuva ainda apertou bem na hora que estávamos tomando café, ou como disse o Daniel, “lá em Minas o pessoal diz que a chuva passou, da mais fina pra mais grossa”. Então decidimos tomar café com calma até a chuva passar de novo, pois para que pressa se íamos tomar chuva mesmo. Com tudo arrumado e as motos prontas saímos em direção a São Borja, só 335 quilômetros a frente, e esperávamos chegar lá por volta do meio dia ou um pouco mais, contudo a chuva, a estrada e os caminhões estavam conspirando contra nosso cronograma.

As ultrapassagens, muitas vezes cegas devido a sujeira da pista tinham que ser bem calculadas e a quantidade de água na pista fez a velocidade média cair, só sei que conseguimos chegar a uma hora e meia da tarde em São Miguel das Missões, e por lá almoçamos. Então agora a coisa era tentar chegar a Uruguaiana antes do final da tarde para fazer o seguro carta verde e ganhar tempo, já que o que mais perdemos foi isso desde o início do projeto. Com mais de 280 quilômetros para rodar em pouco de mais de três horas, precisávamos contar com a sorte e tempo bom, só que a BR 285 está em condições precárias e cada vez que o tempo parecia querer estiar a estrada fazia uma curva para o lado negro do céu.

Nos poucos quilômetros que pegamos tempo seco e pista boa, literalmente, “ deitamos o cabelo” para tentar recuperar o tempo perdido, só que aí pegamos vento e o consumo da NC despencou de 26, 8 km/l para 22 km/l e nos forçou a uma parada não prevista no posto. Para ajudar assim que a chuva deu uma trégua paramos de novo para tirar as roupas de chuva, pois estávamos cozinhando dentro delas, ai já que tínhamos perdido todo tempo recuperado fiz uma manutenção básica na placa da moto que estava querendo ficar pelas terras gaúchas. Nada que um furo na placa e uma cinta plástica não tenham dado jeito, depois o pessoal da Honda encomenda outra.

Como o tráfego de caminhões é muito intenso na BR 285 o risco de acidentes e incidentes é muito grande. Na verdade, em quase todas as BRs, devido aos seus projetos de terceiro mundo. E não é que eu e o Wilson levamos o maior susto devido a um incidente que poderia ter se tornado um acidente! Após sairmos de uma curva fechada e é lógico chovendo, temos de cara com vários carros e caminhões desviando para contramão ou para a nossa mão, ainda bem que para nós eles estavam subindo então a velocidade era mais baixa. Ao ver aquilo eu já pensei em um acidente ou carro quebrado na pista, mas não era, algum caminhão deixou cair dois pedaços de caibro de mais ou menos um metro de comprimento no meio da pista, ou se desviava para o acostamento, esse impraticável ou para pista oposto. Aquilo me veio na cabeça cenas de acidentes e tudo aquilo que você sabe que no final causam dor, desespero e perda para inúmeras famílias, e também no Daniel que estava mais atrás devido ao tráfego.

Sem pensar parei a moto fiz sinal para os carros pararem, alguns pararam, e fui retirar os pedaços de pau do meio da pista, está certo que eu já estava molhado e  moto é mais fácil de parar, mas será que ninguém pensou como eu? Nessas horas cadê o pessoal do Self para registrar? Não, não quero aparecer na mídia eu já tenho a minha, quero ver outros motoristas fazendo isso, porque ser motociclista é pensar na própria segurança e na dos outros, não somos só rebeldes e independentes com ideais contra governos e sociedade.

Passados meus cinco minutos de ajuda ao próximo, acho que mereço pilotar um dia sem chuva, o que acha São Pedro? Tocamos para Uruguaiana onde chegamos quinze para seis e fomos direto ao escritório de despachantes agilizar no seguro para rodar sem problemas no país Hermano e Chile e ainda acertamos a troca de pesos. Com o valor do peso combinado em R$ 0,26 fomos para o hotel deixar nossas coisas para depois irmos no Banco sacar dinheiro.

Agora olha a ingenuidade dos três aventureiros, com íamos sacar quantias até altas para o padrão Campinas/São Paulo, fomos os três a três Bancos diferentes, um entrava e dois ficavam na porta, só que em um dos saques tinha um policial civil de olho na gente e nós de olho nele, afinal nós estávamos tirando o dinheiro e ele estava atrás de nós. Com a bufunfa no bolso fomos tomar um lanche e aproveitar para usar o WiFi da lanchonete e não é que o agente da lei chegou enquadrando nós três. Só que o vulgo policial estava de bermuda e sem identificação e chegou falando grosso. Ai a adrenalina já foi pras alturas e mais ainda quando percebi dois caras vindo por trás de mim, eu só relaxei quando vi que estavam de uniforme da Brigada.

Após as averiguações de rotina e capivara puxada eles vieram falar que tinha tido uma denúncia anônima e tal, devido a nossa situação de forasteiros e bláblábá…..pensando bem eles cumpriram o papel deles e nós ficamos na boa e ainda com escolta.

O dia hoje não rendeu em quilometragem foram apenas 575 quilômetros, mas em estórias foi bom, isso só se consegue viajando de moto!

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FIQUEM LIGADOS NA PARTE 2 DA SUPER VIAGEM…

 

 

 

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